De Vendedor na Favela a uma Carreira no Business Intelligence – Subcast #2

De Vendedor na Favela a uma Carreira no Business Intelligence – Subcast #2

[Raiam] Fala rapaziada, hoje é o primeiro episódio do subcast!

O que é o subcast? Eu trago as pessoas que mais se destacaram na nossa fraternidade sub25 pra trocar uma ideia, bater um papo, e talvez inspirar alguém que tá aí do outro lado que não tem a grana pra entrar no grupo, que ainda não realizou coisas na vida.

Então, hoje o convidado é um cara que eu sou fã pra caramba lá do Capão Redondo, senhor Allan Moreno!

Quem é você? Qual a sua idade? E conta aí quem você é, de onde você é…

[Allan] Cara, tenho 25 anos, sou de Ilhéus na Bahia, e atualmente eu trabalho com Business Intelligence.

[Raiam] E porque Capão Redondo? Pô, no meu telefone tá “Allan Capão Redondo”.

Ínicio da jornada

[Allan] Cara, eu saí de Ilhéus com 16 anos de idade, eu vim pra São Paulo vender livro e aí eu vendia livro de porta em porta, vendi livro no Paraisópolis, foi uma oportunidade da minha vida que me fez crescer muito pelo fato de eu conseguir desenvolver comunicação com as pessoas.

Eu tinha que convencer as pessoas a comprar um livro de uma coisa que elas simplesmente não queriam.

Então foi isso que me fez chegar aqui em São Paulo e tô aqui até hoje.

[Raiam] O que você faz da vida e como você fez tua grana? Explica essa parada aí de Business Intelligence.

Business Intelligence

[Allan] Desde 2014 eu trabalho…eu me formei em TI então desde 2014 eu trabalho com BI e banco de dados.

Então…o que é um BI, pra quem tá chegando agora e não sabe o que é, BI nada mais é do que você pegar dados totalmente desestruturados, estruturar eles e transformar em informações em sites pra fazer tua empresa ou ganhar mais, ou reduzir custos.

Basicamente isso, é o que toda empresa quer.

[Raiam] E porque você acha que todo profissional de business intelligence é o CLT mais bem pago do mercado hoje em dia? Todo mundo quer um profissional de business intelligence…o cara mais pobre que eu conheço de business intelligence ganha 15 mil por mês.

[Allan] Mais ou menos isso mesmo, cara. Geralmente, Business Intelligence e Data Science hoje são os dois skills mais procurados porque quem consegue gerenciar da sua empresa, tem literalmente, vantagem competitiva sobre as outras.

Hoje eu trabalho com o Alberto André, não sei se tu sabia disso.

[Raiam] Alberto André é o brabo da Etus.

[Allan] Trabalho lá na parte de BI com eles, então tudo o que a gente faz é buscando vantagem competitiva, buscando fornecer insight, buscando fornecer informações valiosas pra você se diferenciar entre outras empresas, entendeu?

[Raiam] E como é que tu conheceu o trabalho desse negão marrento aqui?

[Allan] Conheci você através de um podcast com o Rica Perrone.

[Raiam] O que me odeia agora?

[Allan] É.

Ele era um cara que eu já seguia a tempos pelos textos deles do Flamengo, eu sou Flamengo pra caralho e aí você fez o podcast com ele, eu falei “caralho, quem é esse maluco?”, e daí eu comecei a te pesquisar, aí fui ler teu blog, fiquei sabendo da sua mentoria – na época tava 3500 a mentoria do sub25, ano passado eu paguei -, e foi a melhor escolha do ano passado (sem dúvida) foi ter entrado na fraternidade.

[Raiam] Tamo junto, irmão. E como é que o nosso grupo te ajudou, e quais são os caras mais brabos que colaram contigo, que te agregaram valor?

Como a fraternidade te ajudou?

[Allan] Cara, ano passado eu tinha 24 anos e eu tinha um dinheiro guardado, mas eu não tinha direcionamento, eu não sabia o que fazer com aquele dinheiro, e quando eu entrei no grupo eu conheci pessoas como o Boechat – eu fiz trabalho com Boechat de BI na época em que eu trabalhava -…

[Raiam] Boechat é um gênio, ele não aparece muito, ele não fala muito, mas o que ele construiu de base de dados, de inteligência operacional na empresa dele, com números foi gigante.

E ele tá se dando bem agora com o negócio de farmácia.

[Allan] Sim, sim. Exatamente, a base que ele tem, eu falei pra ele “é uma base que você vai ganhar muita grana com essa porra”.

Então…o Boechat e o Pozzato também, o Pozzato é um cara que me aconselha demais, troca muita ideia comigo.

Então eu acho que direcionamento pra um cara que tem 23/24 anos, que tem grana mas não tem direcionamento eu acho que a fraternidade é perfeito pra isso.

Você acaba conhecendo mentores que já passaram por tudo o que você vai passar.

[Raiam] E acabou que você tá trabalhando com o Alberto André também lá na Etus que é um super projeto.

Cara, você participou da segunda edição lá da mansão, né cara?

[Allan] É, a segunda edição da mansão.

[Raiam] Lá em São Paulo, quem tava lá nessa época?

O pessoal que ficou brotherzasso teu, né?

[Allan] Família, cara.

[Raiam] Virou uma fraternidade dentro da fraternidade.

[Allan] Dos oito caras que moraram lá, cinco continuaram com a gente. Eu, o Paulo, Dornelas, o Matheus e o Brabo.

[Raiam] O Brabo que faz os vídeos.

[Allan] É, o Brabo dos vídeos.

Todos os cinco da fraternidade realmente virou uma família que eu vou levar pra vida, tá ligado?

Então foi realmente uma fraternidade dentro da fraternidade.

Foi um divisor de águas na minha vida no ano passado.

[Raiam] Pra mim, cara…você sabe que era o maior prejuízo de tempo e de dinheiro de tocar o reality show da mansão, mas eu vou fazer esse ano de novo porque engrandeceu muito a galera que participou, tá ligado?

Tanto a primeira do Sapo Cego, e tanto com a sua.

[Allan] Cara, foi muito bom, não só no aspecto financeiro, mas no aspecto de amizade, tá ligado? Você acaba levando gente pra tua vida toda, então é sensacional.

[Raiam] E aí cara, o que você tem de conselho pra dar pro pessoal jovem que tá aí meio perdido tipo você na transição de Ilhéus pra São Paulo?

Conselho pra galera perdida

O que você tem de conselho pra dar?

[Allan] Primeiro: não ter medo.

Eu vejo muita gente falando que eu arrisco demais, até pelo fato de eu ter uma filha.

Mas eu penso assim ó…eu tenho 25 anos, se eu fizer merda até os 30, eu ainda vou ter 30 anos, tá ligado?

Vou ter tempo pra caralho pra correr atrás, então não ter medo de arriscar.

Risco é uma coisa que tem que estar sempre do teu lado e aí tu vai gerenciando ele e com certeza tu vai vencer na vida, cara.

Eu tô na minha trajetória, na minha jornada, cada um tem a sua.

Eu vejo muita gente na minha idade que ganha mil reais e fica “Caralho…”, irmão…segue tua jornada, cada um corre sua maratona.

E o meu conselho é procurar direcionamento.

Se eu tô aqui hoje é porque eu tive pessoas lá atrás que falaram “cara, tu tá indo pelo caminho errado, segue esse caminho que é o caminho certo”, tá ligado?

Então acho que ter direcionamento na vida evita muita perca de grana, perca de tempo, perca de tudo.

[Raiam] Tamo junto, e agora vende teu peixe aí, safado!

[Allan] Eu trabalho com BI hoje, banco de dados, se você precisa de qualquer tipo de ajuda com banco de dados, seja ele dimensional, relacional, transacional, eu sei tudo cara, fala comigo…

[Raiam] Marrento pra caralho!

[Allan] A parte do banco de dados eu sei, manjo muito, a parte de BI se você tem um negócio físico ou online (como é o caso do Alberto), fala comigo, meu instagram é @_allanmoreno.

Vamo aproveitar essa menção ai, me chama lá no instagram, a gente vai trocar uma ideia, a gente vai levar teu negócio pra outro patamar com certeza.

[Raiam] Outro patamar que nem nosso querido Bruno Henrique, né cara?

Bom rapaziada, esse aí foi o Allan, um dos primeiros caras da nossa turma do sub25 a subir pro time principal, pra fraternidade principal e ao longo dos próximos…das próximas semanas a gente vai estar trazendo cases de sucesso da nossa fraternidade do sub25.

Pessoas com excelentes histórias de vida, com grandes conquistas tipo o Allan e tamo junto e é só o começo.

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