Mundo Raiam
Motivacional, Palestras

Made in Santo Agostinho: o darwinismo educacional do melhor colégio do Rio de Janeiro

15/12/2015
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O DILEMA DO PALESTRANTE

Depois que eu comecei a ganhar dinheiro com palestras, passei a recusar vários convites de empresas-júnior e centros acadêmicos de universidades.

Vou te explicar o porquê.

Eu meço meu progresso como os americanos: $/hora de trabalho.

Para montar o conteúdo de uma palestra e ensaiar a parte da oratória, eu preciso de 2 dias inteiros de trabalho.

Sim, são 2 dias de preparação para uma palestra de 30 minutos.

Se eu passo dois dias preparando uma palestra, isso significa que eu fico dois dias sem produzir nas partes mais lucrativas do meu negócio.

Dois não… três… porque tem o dia da palestra.

Ainda não descobri o porquê mas fico tão esgotado depois de palestras que acabo não produzindo nada até o dia seguinte.

Tem até um artigo acadêmico de psicologia que prova que o maior medo do ser humano não é morrer… e sim falar em público (clica no Psychology Today para ler mais sobre o assunto).

É estressante, cara. Tá pensando o quê?

Aí o pensamento foi o seguinte: vou fechar a torneira das palestras de faculdades que não me pagam cachê e me dedicar as palestras “comerciais” de empresas.

MONEY!

Mas eu esqueci de um detalhe muito crucial: eu acabo conhecendo uma galera muito sinistra e ajudando essa galera a ser muito mais sinistra ainda.

E cara… eu fico extremamente realizado com isso.

IBMEC, CEFET, UFRJ, IME, ITA… só a elite intelectual do nosso país!

Na última palestra Pica Pau que ministrei na UFRJ (veja o vídeo), vi que tinha um muleque novinho na platéia anotando tudo o que eu falava e resolvi pegar no pé dele.

Foi de propósito.

Ele era visivelmente o mais novo da sala mas dava para ver que o nível de interesse dele superava todo mundo ali.

O coloquei contra a parede na frente do pessoal mais velho exatamente para testar sua inteligência emocional.

Me amarro nos filmes Wall Street estrelados pelo Michael Douglas. O primeiro com o Charlie Sheen (1987) é muito bom mas o segundo com o Shia Lebouf (2009) é melhor ainda.

O personagem Gordon Gekko tem uma frase que eu levo para a vida (segue o trecho exato do filme):

“A fisherman always sees another fisherman from afar”

Depois do evento, fui trocar idéia com ele e soube que ele pegou 1 hora e meia de trânsito só pra ver minha palestra.

Respeitei mais ainda!

Acabou que nós dois tínhamos algo muito forte em comum: o Colégio Santo Agostinho. 

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O SANTO AGOSTINHO

Vou te mandar a real: o grande divisor de águas na minha vida não foi o intercâmbio de high school que me levou aos Estados Unidos quando tinha 15 anos.

Foi quando eu passei no mini-vestibular da 6a série e comecei a estudar no Colégio Santo Agostinho.

Lá o bicho pega.

Se o muleque não tiver foco e disciplina, ele é engolido sem piedade.

Tipo seleção natural mesmo: only the strong survive.

Muita gente não aguenta o tranco, fica pelo caminho e acaba indo para colégios mais “tranquilos” da região, especialmente o PH.

Há um tempo atrás, a Revista Época soltou uma matéria muito polêmica criticando o rigor das escolas mais bem-colocadas nos rankings do Brasil.

O Judas do artigo? Ele mesmo, o Santo Agostinho!


 

Estudei em uma das melhores universidades dos Estados Unidos mas encho a boca para dizer que, dos 20 melhores professores que tive na minha vida, 20 deles davam aula no Santo Agostinho do Novo Leblon.

Se alguém que foi meu professor no Santo Agostinho estiver lendo esse humilde artigo, aqui vai o meu muito obrigado! Vocês são os verdadeiros heróis da minha vida.

Algumas horas depois da palestra, esse camarada aí me mandou um email muito longo e muito sincero.

Papo retíssimo, sem formalidade nenhuma e sem puxar meu saco.

Deu para ver que ele pensava fora da caixa, algo muito raro entre estudantes do Santo Agostinho.

Como assim, Raiam?

Você não acabou de dizer que o colégio era uma maravilha?

É que o Santo Agostinho prepara o estudante para mandar bem no ENEM, para seguir regras e para ser funcionário a vida toda.

Estudar no exterior? Nem pensar!

Tem que fazer igual a todo mundo: PUC, UERJ e UFRJ!

O cara que pensa fora da caixa e tem vontade de ser diferente não é muito bem visto lá não.

E foi por isso que eu resolvi sair no 1o ano do Ensino Médio para não voltar mais.

Eu sempre fui um cara muito questionador.

Lá no Santo Agostinho, eu destruía nas provas e sempre terminava o ano como #1 ou #2 da turma.

Só que volta e meia me ferrava numa matéria chamada comportamento.

Sim, comportamento é uma linha no boletim do aluno.

Não reprova como as outras matérias tradicionais mas o cara que não fecha o ano com média 6 é basicamente expulso do colégio.

E olha que eu não fazia muita merda não. Se liga na minha cara de bonzinho.

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Eu tirava nota baixa em comportamento porque eu aprendia rápido, avacalhava as aulas, discutia com os professores e tentava provar que eles estavam errados.

É… um colégio tradicional e católico com certeza não estava acostumado com gente assim.

Te desafio a chegar lá no Santo Agostinho da Barra e perguntar sobre um menino chamado Raiam.

Mesmo quase 15 anos depois, aposto uma mariola que vão lembrar de mim.

Virei lenda no colégio! E te garanto que você vai ouvir as palavras “chato”, “irritante”, “terror” e “bom aluno” na mesma frase.

Teve um ano que eu fiquei reprovado em comportamento e meu pai teve que ir conversar com o frei e pedir pelo amor de Deus para ele me dar mais uma chance.

Passei com nota acima de 9 em tudo mas fiquei as férias inteiras de castigo por causa daquela “humilhação” que proporcionei ao meu pai.

Agora aperta o botão FF e avança o filme para 13 anos depois.

Vou te mandar a real: a galera que estudou comigo lá atrás e passou a vida no Santo Agostinho está bem encaminhada.

Mas quase ninguém se destacou e fez algo muito diferente do normal e do aceitável.

Me arrisco a dizer que a Classe de 2007 do Santo Agostinho Novo Leblon produziu ZERO outliers.

Modelo Santo-Agostinho: eles mandaram bem no vestibular, seguiram regras, viraram funcionários…

Mas sinto que faltou ambição. Faltou um pouco daquela coceira que só o questionador-inconformado tem. Olho para eles e vejo um mega desperdício de talento!

Te garanto que, com a mínima dose desses dois ingredientes aí em cima, esse pessoal estaria mudando o mundo aqui fora. É um mais brilhante que o outro.

Da galera da minha época, a que mais se deu bem foi exatamente uma menina que pensava fora da caixa, não se enquadrava muito com os padrões do colégio e meteu o pé de lá cedo.

Assim como eu, ela sofria bullying pra caramba por ser tão diferente.

Hoje em dia, ela tem um mega-canal no YouTube, vários livros publicados e ganha rios de dinheiro fazendo o que ela gosta.

Ganhar dinheiro fazendo o que gosta é uma parada extremamente poderosa que eu só fui sentir na pele aos 24 anos. Simplesmente o topo da pirâmide de Maslow, cara!

Putz.. saí do foco do post mas tudo bem.

Era só para provar que o Santo Agostinho é chapa quente e qualquer aluno que sai de lá vivo tem que ser levado a sério.

Voltando ao novinho da palestra: caraca o muleque pensa fora da caixa e conseguiu sobreviver o Santo Agostinho até o 3o ano do Ensino Médio?

Pensei: “esse aí vai ser pica pra caramba”!

Um tempo depois, li a resenha que ele fez para minha palestra e aí veio aquele pinguinho de inveja branca né?

“Ah se eu tivesse essa pegada e essa mentalidade quando eu tinha 17 anos…” 

O nome da fera é Daniel Adriano e aqui vai a resenha que ele escreveu sobre a palestra Pica Pau.


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Be Obsessed

5 am de uma sexta feira no Rio de Janeiro.

 

Estou de férias e acabei de terminar o meu último ano do ensino médio em um dos colégios mais tradicionais do Estado.

A maioria agora vai estar dormindo ou voltando da noitada do dia anterior.

Já eu comecei a pegar esse hábito do early rising quando li o 1º livro do Raiam, o Hackeando Tudo.


Pra completar, ainda tinha palestra desse cara na Ilha do Fundão às 10h.

Já venho acompanhando o trabalho dele há meses.

O primeiro contato que tive com a história do Raiam foi quando decidi estudar fora e comecei a pesquisar a história de jovens que tinha feito o mesmo.

Só que ai eu comecei a ver: carioca, estudou no Colégio Santo Agostinho, foi fazer high school nos EUA (não fui mas enchi o saco da minha família pra fazer), estudou na UPenn, trabalhou no mercado financeiro e visitou o mundo.

Porra, semelhança sinistra.

Tudo que eu planejei pros meus 18-25 anos o Raiam tinha feito (tirando o FA que não é a minha praia, futebol pra mim é com bola redonda mesmo, rs).

Alguma parada eu tinha pra aprender com ele.

Assim que eu descobri a palestra organizada pela UFRJ eu decidi que iria.

Tinha que trocar uma idéia, falar sobre as perspectivas e pegar um pouco de aprendizado. A gente sempre aprende com quem já viveu mais que nós.

Resultado: vi o convite, fiz minha inscrição e desenrolei com meu pai uma carona básica (ele trabalha pertinho do Fundão).

Convidei uns amigos meus pra ir, mas pra variar, acabaram recuando de última hora.

Cheguei lá na UFRJ as 8:30.


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Meu pai deu uma volta comigo rápida pelo Parque Tecnológico pra me mostrar as empresas instaladas: Siemens, GE, Halliburton, além do CENPES da Petrobras,… todas com prédios moderníssimos, logo ali no campus.

Papo que fazia um paradoxo maneiro com a situação dos prédios da Federal.

Aquela ilha tem um potencial sinistro pra se tornar um dos maiores polos tecnológicos e universitários da América Latina e por que não, do mundo.

Não o é porque é mal administrada e acaba resultando em falta de verbas e greves.

Mas vou pular esse assunto e vamos para a palestra.

Cheguei ao auditório já devia ser umas 9:45.

Saquei meu livro e comecei a ler enquanto esperava o Gerson e o Raiam começarem a palestra.

Olhei a minha volta e só tinha universitário, galera com uma média de idade de 20-21 anos.

Papo que eu era o mais novo dali e estava sozinho.

Irado, se estou fazendo uma parada que a maioria da galera não faz, geralmente isso é um indicador de que estou no caminho certo.

O Gerson começou a palestra dele.

Cara de origem humilde, ele desistiu do sonho de jogar futebol aos 13 anos e foi buscar os objetivos dele no estudo.

Não conseguindo passar no vestibular de primeira, acabou entrando pra Marinha.

Lá trabalhou como barbeiro enquanto mantinha o seu foco para passar pra faculdade de Direito.

Foi aprovado tanto na PUC-Rio quanto na Estácio e acabou optando pela segunda pra conseguir manter sua profissão.

Um desses dias enquanto a barbearia tava vazia, começou sobre uma chance de intercâmbio em Seattle, EUA.

Decidiu tentar.

Resultado: Gerson foi fazer o primeiro intercâmbio da vida dele. Viveu lá e voltou pra cá com outra cabeça, motivado a tornar esse tipo de viagem possível para outros jovens carentes.

Segundo ele, o intercâmbio é uma oportunidade de mudança e crescimento pessoa incrível.

Posso confirmar isso por experiência pessoal.

Aproveitem e confiram o projeto que o Gerson criou – O que eu trouxe na bagagem? – ajudando na divulgação do trabalho dele.

Esse vai longe.

Agora vou falar da Palestra do Raiam.

Na real, era a palestra que eu tinha ido pra ver inicialmente, mas a do Gerson calhou de ser irada demais também.

Bom, vou listar em tópicos pra conseguir falar com mais clareza sobre a palestra:

 

Guru da Praia

O Raiam começou a palestra contando a história desse tal “Guru da Praia”.

Ela é basicamente o seguinte: o cara tá insatisfeito com a vida dele e não consegue obter sucesso nem na sua vida pessoal e nem na profissional.

Ele decide então, procurar um empresário bem sucedido na Califórnia para trocar uma ideia.

Vai pro prédio onde o cara trabalha e fica lá esperando, horas a fio, até o empresário passar (O Raiam usou o Abílio Diniz pra representar o empresário, vou usar o mesmo pra dar uma cara aos personagens).

Quando o Abílio passa, o homem chega e pergunta pra ele: O que você faz para ser bem sucedido?

Surpreso com a pergunta e impressionado pela persistência do rapaz, Abílio lhe fala: me encontre em Venice Beach amanhã as 4am.

No dia seguinte, o cara chega lá de terno, sem saber muito bem o que faria na praia com tudo escuro ainda.

Encontra Abílio, que lhe convida a entrar na água (que por sinal é fria demais).

A medida que vão entrando no mar, a água vai subindo, até chegar ao pescoço.

Inesperadamente, Abílio pega a cabeça do rapaz e mergulha na água.

Ele fica desesperado, pois, além de não conseguir respirar, a água está congelante.

Depois de libertado do sufoco, o rapaz parte pra cima do empresário, achando que o mesmo queria lhe matar.

Resposta? When you want to succeed as bad as you want to breathe, then you will be successful (Quando você quiser ter sucesso tanto quanto você quer respirar, ai então você vai ser bem sucedido).

Sinistro né?

Essa é a diferença de quem vai alcançar os objetivos com quem vai ficar no falar.

É o to be obssessed que o Eric Thomas fala.

Não adianta você querer fazer algo, os seus valores têm que estar alinhados com os seus objetivos e você tem que saber do que está disposto a abrir mão para alcançá-los.

 

Pau Molão e Pica Pau (fica estranho, mas já vou explicar os conceitos)

Já repararam que na maioria das vezes nos ficamos puramente no ramo das ideias? Ou então começamos a fazer alguma coisa e desistimos no meio? Por que isso acontece?

Segundo o Raiam, porque na maioria das vezes nós entramos com 50% da nossa capacidade na parada.

Começamos, mas sempre mantemos um pé atrás de que nossos planos acabem dando errado.

Em outras palavras: nosso medo de perder acaba sendo maior que nossa vontade de ganhar.

Vou contar um exemplo da minha vida pessoal para ilustrar isso aí.

Segue um trecho de um email pro Raiam no qual conto essa história:

“Estou no processo de admissão de algumas universidades lá fora. Decidi tentar pela oportunidade de ter uma experiência foda, expandir meu networking a nível global e entrar em contato com uma galera com um driven mindset. Resultado: meus pais conseguiram bancar uma consultoria pra mim e comecei a elaborar minha lista das universidades. Quais pesquisei primeiro? Harvard, Columbia, Penn, Stanford… Todas enchem muito os olhos, campus sem igual e uma lista infinita de ex-alunos notáveis. Fiquei motivado demais. Comecei a me preparar pra SAT, TOEFL e todo o resto. Mas namoral, no meu primeiro papo com meus amigos do colégio sobre o que tava pensando em fazer, obtive a seguinte resposta: “Sai dessa cara, é impossível entrar numa universidade dessas”. Po, to ligado que a taxa de admissão é baixíssima. Semprei tirei notas altas no colégio e ficava entre os 10% melhores do meu ano. Isso é bastante coisa aqui, mas fui olhar lá fora e caí na real. A galera que passava era sinistra mesmo, muito acima da média. Fiquei logo com aquele pé atrás.

Fiquei de pau molão no processo de admissão e decidi alçar voos mais baixos.

Não que as universidades que selecionei sejam ruins, pelo contrário. Estou com nomes como UBC, McGill e Richmond na minha college list. Mas papo reto, porque não to com a Ivy League que queria no início?

Uma das paradas que me fez questionar isso foi tua palestra hoje. Entrei no processo, minha família gastou uma grana e eu não to tentando a minha 1st choice. Tudo isso por que me recusei a ser o Pica Pau e decidi ser mais um passarinho.

Hoje me vejo no final do processo e em cima da deadline das universidades mais fodas lá de fora. Posso não ter o perfil completo que desejam, não ter feito as mil atividades extracurriculares e ganho medalhas em olimpíadas científicas. Mas na real, não deveria ter deixado a oportunidade passar. Se não fosse aceito, paciência. Com certeza tenho algo que uma galera não tem. Alguma parada me diferencia. Parte dessa certeza começou quando comecei a ler teu blog e livros. Acredito que esse meu diferencial (cada um possui o seu, que fique claro) começa pelo mindset. Lá na frente vou descobrir os resultados disso.”

Entenderam o lance do pau molão?

É a gente não ter o vigor pra entrar nas paradas no nosso 100% e por não fazermos isso, acabamos fazendo pela metade.

Tem coisas que temos oportunidades únicas na vida, então é bom estarmos com total capacidade de mergulharmos de cabeça nas decisões que tomamos.

O exemplo do meu admission process ilustra bem isso aí.

Decidi agora que vou tentar entrar em uma universidade top lá fora.

Mesmo estando em cima da data, não há nada que uma correria não resolva.

Vou no 100% nessa parada, por que me conhecendo, sei que se ficasse no 50% eu sempre ficaria com aquela dúvida se conseguiria ou não.

Pelo menos agora vou saber.

Se aprendi alguma coisa com a palestra do Raiam foi o fato de entrar 100% e ser igual ao Pica Pau.

Ele é um pássaro persistente, que coloca a cara dele “a tapa”.

Ele vai bicando até abrir buraco em uma árvore grossa.

A partir do momento que conseguimos adotar essa persistência e vontade em nossas vidas, na boa, nada é capaz de parar a gente.

 

Sonho Grande

Quando o Raiam começou a falar sobre os objetivos da galera na vida, ele me interrogou sobre qual era meu Sonho Grande.

Te falar que nunca tinha pensado com clareza sobre isso e a pergunta me pegou desprevenido.

A primeira coisa que veio na minha cabeça foi: estudar no exterior.

Mas sabe quando tu fala alguma coisa e sabe que poderia ter dito muito mais?

Então. Fiquei refletindo um bom tempo sobre isso.

O Raiam falou sobre uma conversa dele com o Kleber Lucas (cantor gospel).

O cara tem o sonho dele mentalizado, detalhado, que acontece dentro da cabeça dele antes de acontecer na vida real eu fiquei mais pensativo ainda.

Pensando bem, faz todo sentido.

O caminho a ser trilhado por nós para alcançarmos nossos objetivos ficam muito mais claros quando nós pensamos sobre ele em totalidade.

Por aí conseguimos colocar o nosso 100% e ser persistentes em busca de nossas metas.

Infelizmente, a maioria da galera não tem Sonho Grande (eu me incluo nessa parada, mas espero não me incluir mais daqui a pouco).

98% das pessoas ficam no ramo do abstrato, se mantêm nas ideias e não colocam nada em execução.

Os 2% que conseguem colocar seus planos pra funcionar e ficam na correria são os que conseguem ser bem sucedidos.

Escrevi ali em cima que tinha mencionado que o meu sonho grande era estudar no exterior.

Depois de pensar muito, concluí que isso é um meio para chegar onde quero.

Acho que a educação universitária oferece ao jovem diversas oportunidades acadêmicas e extracurriculares.

Mas acaba que no final, quem define e faz a nossa história somos nós mesmos e não a universidade que cursamos.

Eu ainda estou montando o meu sonho grande: primeiro quero cursar economia com bolsa em uma universidade top lá fora.

Junto disso, me vejo envolvido em atividades como empresas júnior e intercâmbios.

Quero aprimorar a minha experiência prática e obter uma educação fora da sala de aula, adicionando também a leitura de livros e cursos online.

Nesse meio aí também já vou começar a investir meu dinheiro para ganhar uma experiência no mercado financeiro e, claro, conseguir juntar uma grana.

E você, qual o seu?

 

Considerações Finais

Se que o texto ficou grande demais, obrigado se você o leu até aqui. Vou deixar em tópicos aqui os ensinamentos que tirei da palestra:

– Não se importe com o teu background. O que você quer ser é muito mais importante do o que você é no presente e mais ainda do que já foi no passado.

– Seja obcecado por seus objetivos. Queira eles de uma maneira absurda. Só assim você estará disposto a abrir mão de parte de sua vida para alcança-los. Parece óbvio, mas uma mudança só acontece quando você muda.

– Entre no 100% em tudo que você decidir fazer em sua vida. Se for pra fazer no 50% nem comece.

– Adote a filosofia do Pica Pau e persista nos seus objetivos. Busque-os a todo o momento. Mesmo se tiver uma queda, levante e continue batalhando.

– Pense no seu Sonho Grande e elabore seu plano de ação. Fica muito mais fácil alcançarmos nossos objetivos quando temos clareza sobre o caminho a percorrer.

Na boa, tenho certeza que adotando essas idéias expostas aqui, vocês tem tudo para atingirem o sucesso que desejam. Acompanhem o blog e assistam as palestras do Raiam, tenho certeza de que as palavras dele podem ser tão inspiradoras para vocês quanto foram pra mim.

Sigam na batalha e jamais desistam.

Abraços

~Daniel Adriano
danielfluminense2010@gmail.com

 


 

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