Mundo Raiam
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48 horas na Tailândia: Negão Asiático Parte 1

11/06/2016
negão asiático tailândia bangkok bangcoc

Tô há quase um mês sem postar no MundoRaiam por um bom motivo:

Estava em “Modo Buda” escrevendo meu quarto livro MISSÃO PAULO COELHO.

Mano, quando tô em Modo Buda eu não respondo whatsapp, não respondo email, não saio, não transo, recuso palestra, recuso almoço de networking e faço de tudo para ser o mais anti-social possível. Foco é foco!

Lancei o livro em edição limitada e deixei ele no ar por 3 dias. O MISSÃO PAULO COELHO foi um sucesso de vendas no Amazon e chegou rapidamente ao #1 do Brasil em não-ficção.

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Não adianta procurar no Amazon porque o MISSÃO PAULO COELHO está fora do ar.

Ele vai passar por edição e pelo jurídico antes de voltar ao mercado daqui a alguns meses como livro impresso, audiobook e ebook. Aquela versão sem censura não volta mais…

Agora eu vou compartilhar um hack legal de produtividade que cria senso de urgência e coloca pra jogo aquela Lei de Parkinson que eu falei no meu primeiro livro Hackeando Tudo.

Funcionou tão bem para mim em janeiro quando escrevi o livro Wall Street que acabei repetindo a dose agora em maio com o Missão Paulo Coelho.

Quando você tem um projeto grande pra entregar, escolhe um prazo e marca uma viagem grande para o dia seguinte.

Aí você educa seu cérebro para terminar tudo até aquele deadline… sim ou sim.

Você sabe que não vai levar trabalho para a viagem então acaba criando um senso de urgência e uma disciplina acima da média para terminar tudo direitinho até o prazo.

Aproveitei uma promoção bem top da Etihad Airlines e voei para a Tailândia pagando 1.500 reais. Para você ter uma ideia, uma passagem dessa não sai por menos de 4 pratas.

Falando nisso, quando eu fico sabendo de promoção top assim eu solto lá no meu newsletter. Deixa teu email lá depois se tiver afim.

Bom, chega de cerimônia: passei 48 horas em Bangkok e tirei algumas conclusões não-ortodoxas sobre a vida na Tailândia.

Se você está chegando agora e não leu sobre meus rolés no Chile, no Panamá, em Los Angeles, na Suíça, sou o tipo do viajante que não visita ponto turístico.

Eu coloco um headphone na cabeça, boto um audiobook pra tocar e me perco pela rua “entrevistando” os locais e comparando a economia, o estilo de vida e os preços de um país pra outro.

Na Tailândia não foi diferente.

Para você ter uma ideia, não passei nem perto do Grand Palace, nem do Wat Pho e nem do Big Buddha, as três principais atrações turísticas da capital tailandesa.

Separei o relato em vários tópicos. Vamo começar pelo aeroporto…

 


 


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CIDADÃO DE SEGUNDA CLASSE



febre amarela

 

O vôo de Abu Dhabi para Bangkok leva umas 6 horas e meu assento era bem na frente do avião, logo na divisória entre as classes executiva e econômica.

Qual foi a primeira coisa que eu pensei?

“Me dei bem! Vou ser um dos primeiros a sair do avião e vou pra boca da fila da imigração.”

Saí do gate e caminhei uns 500 metros até o lobby de imigração. No caminho, ultrapassei todos os tiozões europeus da primeira classe e da executiva que saíram do avião antes de mim.

Fiquei todo feliz por ter sido o primeiro do meu vôo tá ligado?!

Pra quem tá acostumado a viajar no fundão do avião e pegar 2 horas de fila na imigração do aeroporto JFK nos Estados Unidos, aquilo ali tava muito bom pra ser verdade.

Depois de chegar na boca do guichê e estar prestes a ganhar um carimbo a mais no meu passaporte, eis que me mandam voltar.

Ué, mas como assim?

“You need to pass through health control”

Tive que dar meia volta e caminhar até o guichê do Ministério da Saúde tailandês.

Lá no guichê tinha uma fila enorme com basicamente todos os passageiros latino-americanos do avião e uns gatos-pingados negões com passaportes africanos.

Por que esse preconceito todo, jovem?

Bom, é que nós precisamos da vacina da febre amarela para entrar na Tailândia.

Além de mostrar o certificado internacional da ANVISA, tem uma papelada para preencher antes de entrar e essa papelada só está disponível no Health Control.

Sim! Se eu fosse europeu, eu teria passado direto.

Já que eu sou cidadão do Brasil, bota aí 1 hora e meia a menos no meu dia.


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LOOK RIGHT

LOOKRIGHT

Por que tem essa inscrição de “LOOK RIGHT” em toda faixa de pedestre do centro de Londres?

Simplesmente porque o ser humano “normal” tende a olhar para a esquerda antes de atravessar uma rua de mão dupla.

Afinal, na ordem natural das coisas, os carros andam na faixa da direita e vêm da sua esquerda.

E se eu te falar que eu quase morri 2 vezes em menos de 2 horas de Tailândia pelo mesmo motivo?

Sim, Tailândia é um daqueles países de mão inglesa onde o volante dos carros fica no lado direito e os carros andam do lado esquerdo da rua.

Só que eles não tiveram o mesmo cuidado que o britânico teve com o turista.

Infelizmente não tem esse “look right” na rua e eu quase fui rebocado duas vezes… uma vez por um tuk tuk e outra por um Corolla.

Demorei um bom tempo para acostumar com a mão inglesa na hora de atravessar mas tô aqui inteiro escrevendo esse humilde artigo.

Aviso aos navegantes: muito cuidado na hora de atravessar uma rua na Ásia!

 

 



O REI E EU

bhumipol

Uma das primeiras coisas que você nota quando está passando de carro pelas ruas de Bangkok é o excesso de fotos e outdoors desse velhinho com cara de cearense aí em cima.

Sim, o povo tailandês é apaixonado pelo Rei Bhumipol.

Mano, eu nunca vi igual.

Do topo da minha cabeça, só uma meia-dúzia dos quase 40 países que eu já visitei funcionam sob o regime de monarquia. Vou pegar três exemplos: Marrocos, Espanha e Inglaterra.

Na Espanha, nego trollava muito o Rei Juan Carlos.

Deve ser por isso que ele abdicou do trono e botou o filho dele e “meu parça” de Wharton Felipe (assista o vídeo do meu encontro com o cara)  pra ser rei antes da hora.

Quer um exemplo bem simples? Assiste aí o que acontece quando um time da Catalunha e outro do País Basco chegam a final da Copa do Rei:

Na Inglaterra, apesar de toda idolatria do hino God Save the Queen, a rainha é apenas uma “Rainha da Inglaterra”… entendedores entenderão.

A foto do rei do Marrocos Mohammed IV também tá em todo lugar em Marrakech mas o povo lá é meio indiferente.

Na Tailândia, parece que o rei Bhumipol está apenas a um degrauzinho abaixo de Deus.

No Uber que eu peguei até o aeroporto Don Mueang, fui trocando ideia com o motorista sobre absolutamente tudo que tinha a ver com a cultura tailandesa.

É claro que aproveitei para perguntar sobre toda essa idolatria.

A resposta foi bem interessante: o povo tailandês adora o rei porque ele é um rei que põe a mão na massa.

Apesar de ser apenas líder de estado e não líder de governo (a Tailândia é uma monarquia parlamentarista como a Inglaterra), o rei Bhumipol é conhecido por seu trabalho humanitário.

Segundo o motorista do Uber, desde que ele tinha seus 15 anos (hoje ele tem 88), ele deixa de lado todo o luxo do palácio e cruza o país ajudando os pobres nos lugares mais remotos.

Qualquer semelhança ao próprio Sidharta Gautama não é mera coincidência: 94% dos tailandeses seguem a religião budista.

 



MUST SPEAK ENGLISH

 

bedstat

Graças a Deus, eu tenho grana suficiente para ficar em hotel top nesses rolés pelo mundo que eu faço todo mês.

Mesmo assim, eu faço questão de ficar em hostel… e não é pra mendigar preço não.

Para pra pensar: tô viajando sozinho, como é que eu vou conhecer gente se eu ficar em hotel convencional?!

Mano, algumas das pessoas mais interessantes que eu conheci na vida eram ratos de hostel.

Em Bangkok, fiquei num pico bem top chamado Bed Station Hostel no bairro chique de Siam. Te falar: hostel mais pica que já fiquei desde que comecei a viajar sozinho com 18 anos.

Para você ter uma ideia, uns 50% dos hóspedes do Bed Station eram solo travelers que nem eu. Tá todo mundo no mesmo barco, tá ligado?

A graça de viajar é conhecer gente e trocar ideia e experiências com pessoas que tu nunca mais vai ver na vida.

Como Bangkok é uma cidade de passagem, deu para pegar várias dicas legais de uma galera que havia passado por Vietnã, Cambodia, Laos, Hong Kong, Filipinas e Malásia.

Agora mesmo, estou escrevendo de um hostel bem top em Hong Kong, recomendação de uma australiana que conheci no Bed Station.

Conheci uma galera de uns 10 países diferentes no salão do hostel e cheguei a uma simples conclusão: minhas viagens seriam 20 vezes menos divertidas se eu não falasse inglês. 

Sim, todo mundo ali falava inglês fluentemente… inclusive as tias da limpeza.

Pelas minhas contas, no hostel inteiro tinha apenas 2 pessoas que não falavam: 2 brasileiros… e estava bem óbvio que os dois estavam se sentindo bem desviados e excluídos daquela experiência cultural toda.

Papo reto: não consigo nem imaginar um turista que não consegue se comunicar em inglês.

Quem me conhece sabe que eu sou muito agressivo quando o assunto é a língua inglesa. Falei muito sobre esse assunto em dois posts que foram lidos por quase 100mil pessoas cada um: Larguei o emprego e montei uma multinacional com gente em 15 países e Pare de aprender idiomas!

Quando eu for presidente do Brasil, vou arrumar um jeito de transformar todas as escolas públicas em escolas bilíngües.

Aí vem aquele velho papo vitimista:

“Nossa, Raiam… que agressividade! Não é todo mundo que tem a oportunidade de fazer faculdade fora que nem você”

Com tantos recursos grátis disponíveis pela internet, só não aprende a falar inglês quem é completamente preguiçoso e não quer porra nenhuma da vida. Fala pra mim UM trabalho fora da maquinaria pública que te garante um salário de mais de 10.000 reais por mês sem fluência em inglês?

Se você tem menos de 30 anos e não sabe se comunicar em inglês, FECHA A PORRA DESSE BLOG E VAI TOMAR VERGONHA NA CARA.

 

 


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CÂMBIO FAVORÁVEL

pyne

Lembra naquele post 12 horas no Chile que eu reclamei pra caramba do cálculo matemático da conversão do peso chileno para o real?

Bom, a Tailândia é um paraíso com relação a isso.

Simplesmente porque 1 real = 10 baht então é só dividir tudo por 10.

Ajustando pelo câmbio, as coisas na Tailândia são 2-3 vezes baratas que no Brasil.

Uma lata de Coca Cola custa 10baht…

Uma McOferta do Big Mac custa 170baht…

Um almoço de macarrão pad thai na rua (versão tailandesa do nosso podrão) sai por 30 baht…

Fui até fazer uma simulação de preço fingindo que eu ia alugar um apartamento de 1 quarto num dos prédios mais luxuosos de Bangkok: o Pyne (essa piscina na foto acima é de lá).

Tive a surpreendente notícia que podia alugar um apêzinho de playboy pela bagatela de 2.500 reais por mês…com luz, água, internet, gás, TV à cabo, academia, piscina e spa incluídos!

Not bad… por esse preço não dá nem para pegar um kitinete no Catete.

E isso me leva a um outro ponto bem interessante.

 

 



PERDENDO A LINHA

khao

Na minha época de festeiro entre meus 20 e 22 anos, eu viajava para uns picos bem pesados tipo Ibiza, Formentera, Costa Brava, Tel Aviv, Miami, Cancún, Jurerê Internacional e Ilhas Canárias… estritamente para sair pra night.

Vou te falar que nunca vi tanta gente perdendo a linha no álcool como na Khao San Road de Bangkok.

E eu tenho uma explicação macroeconômica para isso.

Para quem não conhece, Khao San é a rua dos bares e baladas gringas na capital tailandesa.

A Khao San Road é tipo uma Lapa do Rio de Janeiro… só que sem a aquela sensação de que você vai ser assaltado a qualquer momento e com muito mais loiras altas, bonitas e bronzeadas do norte da Europa.

Os bares colocam DJs na varanda e a galera transforma o meio da rua na melhor pista de dança da cidade.

O preço da cerveja é 60baht.

Se você dividir por 10, você vai ver que o preço lá não é tão diferente do que se paga num latão de Antarctica na Lapa.

Mas agora é que são elas: têm moedas beeeem mais fortes que o nosso querido real.

Vou te dar o exemplo da turista britânica.

Ela está acostumada a sair pra night em Londres ou Manchester e pagar 10 libras esterlinas numa bebida.

Vamos arredondar o câmbio turismo BRL/GBP para R$6. Sim, na Tailândia a mesma Heineken sai por apenas 1 libra esterlina.

Agora coloque-se nos sapatos de uma inglesa de 21 anos.

Qual seria tua reação se você viajasse para um lugar onde o álcool custa 10 vezes menos do que na sua cidade natal?

Não é isso que acontece em lugares mais VIP como Ibiza, Cancún e aqueles que eu citei ali em cima.

Nego perde a linha sim, mas nem tanto… porque sabe que vai doer no bolso.

Se você parar pra pensar, os preços nesses balneários festeiros são praticamente dolarizados e “indexados” ao consumidor de primeiro mundo.

Um drink no Pacha Ibiza, por exemplo, vai te custar uns 20 euros. Imagina ficar bêbado de 20 em 2o euros?

Conclusão: em termos de furdunço, Bangkok dá de 10 x 0 em qualquer uma dessas cidades aí.

 

 


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SE BEBER NÃO CASE

lebua

Toda regra tem sua exceção.

Fiz amizade com um grupo de brasileiros que tava avacalhando na Khao San Road na minha primeira noite em Bangkok. Vi um gordo com a camisa escrito “Unimed” e, depois de 2 minutos de conversa, descobri que tinha uns 30 amigos em comum com ele lá no Rio.

No dia seguinte, eles tiveram a ideia de tomar uma no rooftop da Torre Lebua, o famoso skybar onde foi filmada a Parte 2 da série Se Beber Não Case (The Hangover).

Lembra que eu falei no tópico anterior que os preços nos balneários festeiros são indexados ao consumidor de primeiro mundo?

Não sei se foi por causa do filme mas o Lebua levou esse conceito para o próximo nível.

Primeiro que tinha que usar calça para entrar no lugar.

Mano, calça é algo meio que proibitivo no calor úmido de 40 graus que faz na Tailândia dia e noite.

Não tem cover charge para entrar no Lebua mas eles fazem questão de segregar o público.

Você chega até o 65o andar e dá vontade de descer para o varandão na parte debaixo do Lebua Dome.

Mas o segurança não deixa.

Foi aí que eu percebi a estratégia do lugar: só pode descer para o varandão quem consumir algo no bar.

Abri o cardápio de drinks e meio que tomei um susto.

Olhei pra um lado, olhei pro outro e vi um monte de turista de mão vazia só tirando foto da vista.

Um drink na Khao San Road, uns 10 minutos de tuk tuk dali, custa 90 thai bahts.

Meu mojito custou 800 thai baht + a taxa de serviço de 10% que eles embutem no preço de tudo.

Para você ter uma ideia, uma noite no belíssimo e bem-localizado Hotel Rambutrri Village custa 750 baht, com direito a uma mega-piscina no terraço.

Um drink pelo preço de uma diária de hotel…. brabo!

Uma herança que eu carrego do mercado financeiro é a aversão a ser “operado” numa transação e ficar com o lado perdedor da trade.

Pagar 900 baht num mojito doeu tanto quanto a vez que eu comprei ações blue chip da BOVESPA na sexta-feira antes da eleição de 2014, apostando na derrota da Dilma.

 


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LEICESTER COUNTRY

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Fiquei de cara com a quantidade de outdoors celebrando o título do Leicester City espalhados pela cidade de Bangkok.

Para quem não manja de futebol, Leicester é o time minúsculo que saiu da 3a divisão e conseguiu ganhar o campeonato inglês desse ano com um monte de jogador desconhecido.

Aí eu tive que futucar um pouco para saber a origem de tanto Leicester na Tailândia.

Tá vendo aquele KING POWER no patrocínio da camisa?

KING POWER é uma empresa de duty free de um bilionário tailandês.

O nome do cara é Vichai Srivaddhanaprabha e ele não só colocou o nome da empresa na camisa, mas botou o naming rights do estádio (King Power Stadium) e ainda comprou o time inteiro.

Fiquei sabendo que o Vichai fez questão de levar o time inteiro para Bangkok para festejar o título por lá.

Olha esse vídeo da CNN.com, cara!

O time saiu pelas ruas de Bangkok em carro de bombeiro… mesmo sem ter um único atleta da Tailândia. A cidade inteira parou!

Para um país sem tradição nos esportes e cuja seleção de futebol ocupa o modesto 117o lugar no ranking da FIFA, qualquer vitória dessa é lucro.

O engraçado é que eu perguntei pro motorista do Uber quem era o maior esportista tailandês da atualidade.

Ri pra cacete com a resposta dele: Tiger Woods.

 


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SALÁRIO MÍNIMO

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O motorista do Uber explicou que o salário mínimo na Tailândia é calculado a partir de uma base diária: 300baht por dia.

Agora vamos fazer uma matemática bem básica.

Se 1 real = 10 baht, os peões da Tailândia ganham 30 reais por dia.

Coloca aí uma jornada de trabalho mensal de 22 dias = 660 reais por mês de salário.

Isso aí é corresponde a 75% do nosso salário mínimo de R$880. Pouco né?!

Mas lembra que eu falei que as coisas na Tailândia eram 2-3 vezes mais baratas do que no Brasil (coca cola, big mac, almoço, aluguel, etc)?

Se o salário fosse seguir o custo de vida, nós teríamos que dividir os R$880 por 3 = 290 reais por mês ao invés de 660.

Conclusão: dá pra viver MUITO MELHOR com um salário mínimo na Tailândia do que com um salário mínimo no Brasil.

E deu pra sentir isso na pele! Caminhei por vários buracos remotos de Bangkok E NÃO VI UM SINAL DE MISÉRIA!

 


 

Bom, já falei demais por aqui.

Vou soltar um Olimpíadas do Dinheiro sobre a própria Tailândia para falar mais a fundo da economia de lá.

Agora mesmo estou em Hong Kong então fica na escuta para a parte 2 dessa série espontânea: 48 horas em Hong Kong.

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